Baita Cagada


Observação: Post com linguajar meio escatológico. Mas nada muito forte.

Acho que esta é uma história que eu não contei para muitas pessoas (Na verdade pouca gente de fora da minha família deve saber), então é curioso expô-la aqui. Teve uma vez lá pela primeira série do ensino fundamental (Não tenho certeza se era essa época mesmo, memória é uma coisa meio engraçada. Eu estou resgatando esta história distante da minha vida, mas não consigo me lembrar o que comi ontem no jantar) que eu caguei na calça. Literalmente. Quer dizer, não tão literalmente porque eu devia estar de shorts.

Era hora do intervalo e eu estava no banheiro. Não tenho certeza da sensação que foi no momento, mas simplesmente aconteceu. Eu tava de pé lavando a mão, e *puf vuash puf* já era. Simples assim. Um amigo meu estava por perto e comentou na mesma hora: “Caralho, que cheiro ruim que tá este banheiro né?” (Vocabulário livremente interpretado. É dificil dizer se essas foram as palavras exatas que meu amigo usou. Naquela época eu nem sabia o que eram palavrões). Eu senti minha cueca pesada e concordei sem saber direito o que fazer “Puxa vida, verdade. Alguém deve ter esquecido de dar descarga” (No caso esse alguém era eu e dar descarga não ia adiantar muito).

Não tinham muitas possibilidades naquele momento. Eu podia gritar, chorar, arrancar a roupa e sair correndo pelado pela escola enlouquecido… O que eu fiz? Voltei pro meu lugar na sala de aula. Sim, eu ainda estava cagado (Você pode reclamar e achar que eu fui idiota, mas se até hoje eu não tomo boas decisões, o que dizer de quando eu era um pivete de sete anos de idade?). Daí na sala eu estava prestes a entrar em pânico, então falei baixinho pro cara que sentava na minha frente: “Ei… Vai passando e fala pra professora que eu fiz cocô na calça”. Alguns minutos depois a noticia atingiu a professora, que olhou pra mim com cara de que não era paga pra isso (Professora, se de alguma maneira absurdamente aleatória você está lendo esse texto, saiba que eu sinto muito. Não foi por querer, eu juro).

Fui levado para algum lugar que não me lembro, onde me arranjaram um outro shorts e deram sumiço definitivo na cueca e shorts que eu usava no momento do desastre. Voltei pra sala de aula todo feliz e saltitante, sob os olhares e cochichos de meus colegas de sala. Imagino que a sala inteira tenha ficado sabendo dessa minha desventura, mas pelo menos naquele momento eu estava feliz. E assim termina minha pequena história. Felizmente ninguém nunca veio me chamar de cagão porque isso teria sido extremamente desagradável.

E qual é a moral dessa história? Bom, acho que se existe uma moral para essa história toda é: Não conte esse tipo de coisa em seu blog pessoal. Sério, porque eu estou digitando tudo isto pra vocês lerem?

2 comentários
  1. Debora disse:

    E eu to quase cagando nas calças de tanto rir. Ganhei a noite de insônia. Hehe

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