10 Filmes


Filmes. Cinema. A sétima arte. Esse mercado milionário pop que todos aprendemos a admirar. Bom, eu não sou diferente de todos. Adoro um bom filme, passar cerca de duas horas apreciando uma história (na maioria das vezes) auto-contida e a sensação de satisfação depois de assistir um bom filme. E aqui estou eu em mais um post do sociophobia para listar os 10 filmes que mais marcaram minha vida. Não é um ranking ordenado, é apenas uma listagem normal.

Lembrem-se crianças, o gosto de cada pessoa pode variar. Então caso você não concorde com minha lista e ache que eu tenho cara de banana, o problema é totalmente seu e você pode guardar sua opinião para você. Ou pode comentar. Eu gosto de comentários. E gosto de deletar comentários dos quais eu não gosto.

Bom, sem mais delongas… Vamos para os indicados!

The Lion King (1994)


Uma pérola fantástica de minha infância. Vamos ser francos. Quando criança tive a oportunidade de assistir uma quantidade considerável de animações da Disney, e dentre todas elas, “O Rei Leão” foi aquela que mais me marcou. Seja pelos personagens marcantes e carismáticos (Destaque especial para Timão e Pumba, que roubam a cena muitas vezes), seja pela carga dramática e reviravoltas no roteiro (Quantas crianças não foram traumatizadas pela súbita morte de Mufasa?), para mim esta é a obra de arte maior dos estúdios Disney. Sem contar ainda a primorosa trilha sonora! Hakuna Matata é um clássico que consegue me deixar feliz até hoje! Somando todos os fatores, acho que a presença desta belíssima animação na lista de melhores filmes que já vi em minha vida é mais do que merecida.

Pulp Fiction (1994)


Confessão. Num passado relativamente distante, eu assisti Pulp Fiction e achei uma porcaria. Sim, podem começar a me apredejar. Mas vamos ser sinceros. Eu era uma criança idiota e sem a carga necessária para compreender toda profundidade e beleza da direção de Quentin Tarantino. Mas o tempo passou. E eu deixei de ser uma criança idiota para me tornar um adulto idiota. No entanto, agora consigo apreciar o roteiro bem amarrado, as cenas ordenadas de forma maluca e os diálogos profundos e afiados. O filme equilibra momentos calmos com cenas chocantes de maneira maestral, embaladas por uma trilha fantástica, provando toda a pericia do senhor Tarantino como diretor.

Inglorious Basterds (2009)


Pulp fiction é meu filme preferido do Tarantino. Mas não é o único que amo de coração. Bastardos possui os mesmos elementos básicos dos outros filmes do diretor. Não vou me repetir tentando exaltar as diversas qualidades do filme, mas é demais assistir um filme no qual os Judeus não são retratados como coitados e se engajam em uma complexa trama para obter sua vingança contra Hitler. E como eu ouvi alguém dizer em algum lugar, se o filme foge um pouco da fórmula normal de Tarantino, sem sua mania de distorcer a linha temporal de seus filmes, nesta ele chuta o balde e distorce totalmente a história conhecida. Sem contar a presença do vilão nazista mais carismático já presente na história do cinema. Eu sou da opinião que bastardos realmente merecia um oscar este ano, não compreendo realmente os critérios da academia…

Batman: The Dark Knight (2008)


Batman. Um maluco justiceiro vestido de morcego. Tem como isto ser levado a sério? Christopher Nolan provou que sim com seu filme “Batman Begins”. O diretor decidiu que queria adotar uma abordagem mais realista e sombria do que as anteriores. E foi muito bem sucedido. O filme tinha elementos interessantes e se provou uma releitura divertida do personagem. Mas ainda não tinha sido o suficiente. Faltava algo… Um bom vilão talvez? Batman: The Dark Knight conseguiu trazer o elemento que faltava. O Coringa interpretado por Heath Ledger é um personagem maniaco e insano como poucos já vistos. O palhaço maluco convence tanto que o ator deve ter se matado por saber que nunca mais ia conseguir fazer um papel tão bom em sua vida. Os outros elementos do filme não são ruins, mas este é um caso no qual o vilão rouba a cena, e faz com que esta seja uma obra prima a ser lembrada.

Fight Club (1999)


A primeira regra do clube da luta é não falar sobre o clube da luta. O filme de David Flincher é baseado em um livro de mesmo nome e possui uma história aparentemente simples, sobre uma pessoa normal (ok, há controvérsias sobre isso) sofrendo de uma insônia sem igual. Ele encontra nos clubes da luta uma forma de combater essa insônia, e sem perceber acaba criando uma organização monstro sem controles, muito maior do que ele poderia imaginar. Uma obra capaz de causar reflexão pelos valores atuais da sociedade? Um personagem memorável responsável por um plot twist maluco? Ou simplesmente um filme animal que merece ser visto novamente? Sei lá, provavelmente tudo isso e muito mais que eu não sou capaz de descrever em meras palavras.

The Matrix (1999)


Uma sequencia pode destruir todo o mérito que um bom filme possui… E Matrix é a prova maior disso. As pessoas acabam se lembrando apenas de que houveram continuações cheias de sequencias de ação desenfreada e se esquecem de tudo que o primeiro filme representou. Afinal o primeiro Matrix é um filme fantástico. A velha história da tecnologia se levantando contra a humanidade ganha uma nova dimensão, pois os humanos são mantidos vivos e presos em uma realidade alternativa para servirem de baterias para as máquinas. Esse roteiro ajuda a levantar grandes questões existenciais em um roteiro cheio de efeitos especiais e referencias diversas, e muita profundidade filosófica. E bullet time! Com o risco de me repetir, digo novamente: Simplesmente esqueça que existem sequencias. Só o animatrix se salva pois além de serem ótimas animações também acrescenta bastante a este complexo universo. Ignoradas as sequencias, aprecie um dos melhores filmes de ficção científica do século passado.

V for Vendetta (2005)


Baseado em uma HQ original de Alan Moore, neste filme basicamente vemos ser contada a história de uma mulher que é convertida para a causa de um terrorista revolucionário, o misterioso e enigmático V. Se não me engano (Faz tempo que assisti este aqui), o filme se passa em um futuro próximo em uma Inglaterra totalitária. O povo se conformou com a atitude fascista do governo. V se lembra do que aconteceu no passado. Sabe que a paz conquistada pela força é ilusória. E quer mostrar isso para todos de qualquer modo. Um filme para se pensar, refletir… E apreciar as cenas de luta, ação e explosões. Além das belas atuações de Natalie Portman e Hugo Weaving, que consegue demonstrar diversas emoções mesmo escondido sob uma máscara.

Wall-e (2008)


A Pixar sempre me surpreende com cada um de seus filmes. E Wall-e conseguiu se tornar meu filme preferido do estúdio, fazendo com que eu carrregue o arrependendimento enorme de não ter assistido esse filme no cinema. A animação é soberba e a metade inicial do filme consegue deixar o espectador preso na rotina do pequeno e carismático robo, sem uma única linha de diálogo. A segunda metade já abusa um pouco mais do fator cômico, mas não diminui a grandeza do filme. E mesmo com o final tipico de obra da Disney, Wall-e é uma linda história de amor entre robos, que merece obrigatóriamente ser admirada.

Up (2009)


Acho que já resenhei Up neste blog. É outra animação fantástica feita pelos estúdios Pixar, e capaz de tirar um sorriso e lágrimas até mesmo do coração mais duro (Que coisa brega para se escrever). A animação é um pouco mais caricata que em Wall-e, mas a escolha foi boa para o estilo do filme. O filme já te ganha na apresentação, ao mostrar o passado do velho Carl Fredericksen e dar toda a motivação para que o roteiro do filme se desenvolva. No geral Up tenta ser mais engraçadinho e possui um meio um pouquinho mais arrastado que Wall-e, e talvez seja por isso que eu prefira a história de amor dos robos… Mas não vamos se enganar. Ambos são belíssimas obras de animação que atestam toda a qualidade do estúdio e fazem com que esperemos ansiosamente pela próxima empreitada animada da Pixar.

The Prestige (2006)


Pra finalizar, mas não significando menos temos aqui meu filme preferido. The Prestige (Que ganhou o título no Brasil de “O Grande Truque”) conta a história de dois mágicos que começam como amigos, mas graças a um incidente, passam a nutrir uma rivalidade nada saúdavel que vai sendo levada aos limites. Nem tenho como dizer tudo que amo neste filme. Talvez seja porque é a unica oportunidade que temos de ver na tela grande um confronto entre Batman e Wolverine (Os intérpretes de ambos fazem os papéis principais dos mágicos rivais). Ou talvez a estrutura intrigante e maluca na qual os fatos são apresentados. Ou então o tipico final plot twist que me faz repensar tudo que eu assisti. O motivo é incerto. Mas a conclusão é apenas uma. Adoro esse filme. Ponto final.

M.K.

4 comentários
  1. D. Kajiya disse:

    Ei! The Prestige é o meu filme favorito e eu digo isso bem antes de você. No mais, boa lista, apesar de que eu teria trocado Pulp Fiction por Kill Bill e teria incluído Sin City.

  2. q disse:

    Você sabe que Rei Leão é plágio e possui cenas preconceituosas, né? Que bom.

  3. Miyuki disse:

    alguns da sua lista eu ainda não vi, mas logo mais irei procurar *-*
    metade deles eu tb recomendaria!

    e po, eu me matei de chorah no cinema qdo vi O Rei Leão ;3;
    e a cena mais chocante q eu fiko com medo ateh hj eh da parte das hienas lah @_@ cabreiro!

    clube da luta eh sem coments! <3 tb amo!

    =*/

  4. Fer disse:

    Cara, quem não gosta de Rei Leão é retardado.

    #fato

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