Histórias Antigas


Aproveito que a páscoa se aproxima a cada dia que passa e posto aqui um texto (versão editada e revisada) que escrevi há alguns anos para desejar “Feliz Páscoa” para alguns amigos.

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25 de dezembro. Dia comemorado como o natal.

O que isso tem a ver com o titulo do texto? Nada na verdade. Mas pode ser que isso represente uma ameaça ao coelhinho da páscoa. Pois ele não recebeu nada que o incentivasse a continuar seu trabalho.

Como ninguém queria ficar sem ovos de páscoa, onze homens se reuniram para animar o coelhinho da páscoa novamente. O que eles decidiram? Acabou ficando em segredo. “Onze homens e um segredo”. Parece sugestivo. O problema começou quando o primeiro dos homens, Papai Noel, decidiu que não podia manter segredo. Ele contou tudo para seus cento e um duendes no pólo norte. E cada um desses cento e um duendes acabaram contando tudo para cada um de seus cães dálmatas.

“Cento e um dálmatas” já sabiam de tudo. Aterrorizados, esses dálmatas denunciaram tudo o que estava ocorrendo para a “Cartomante”. Ela disse que ia ver o que podia fazer, e não achou seu carro. “Cara, cadê meu carro?” Foi a primeira coisa que passou pela sua cabeça. Indignada pelo sumiço de seu carro, ela decidiu descontar sua raiva no primeiro que encontrasse.

Encontrou os dalmatas que estavam lá para contar o segredo a ela. Mandou-os para o espaço, em uma nave espacial. E logo, eles estavam perdidos. “Perdidos no espaço”. E eles estariam realmente perdidos, não fosse a sorte que tiveram. Encontraram um dálmata espacial entre a Terra e Marte, que os ajudou a voltar para a Terra. No caminho de volta eles eram cento e dois. “Cento e dois dálmatas”.

No fim, o segundo homem (Dos onze homens do começo, alguém se lembra?) decidiu que era tarde demais para se fazer qualquer coisa. Foi dormir. Quando se encontrava no décimo sono, percebeu que alguém estava lhe observando. Com olhos que não pareciam normais. Pareciam “Olhos famintos”. Correu feito um locuo. Esse segundo homem entrou em “Pânico”. Por consequência, os outros dez homens (Incluindo o Papai Noel), decidiram entrar em pânico também. Estava “Todo mundo em pânico”.

Nesta altura, acredito que muitos de vocês acham que esta história não vai muito longe, mas acho que vocês estão enganados, pois está será uma “História sem fim”.

Enquanto isso, o coelho da páscoa, indiferente a todos esses fatos, e ainda deprimido, foi a uma joalheria comprar seu anel, pois ele estava de casamento marcado. Passou na joalheria “Senhor dos anéis” e lá escolheu o mais bonito de todos. Mas teve que escolher outro, pois não tinha dinheiro para pegar o mais bonito de todos os anéis. Saiu deixava a loja, presenciou uma cena bizarra: Uma nave aterrissou no meio da rua, e de lá saíram muitos dálmatas! Para ser mais exato, “Cento e dois dálmatas”! Os “Cento e um dálmatas” dos duendes voltaram para suas casas, enquanto o dálmata espacial pegou a nave e voltou para o espaço, se preparando para a “Guerra nas estrelas” que estava por vir.

Parece que “Ta todo mundo louco”, não é? Mas prepare-se para o pior, que ainda está por vir. “Shrek” foi contratado pelos onze homens (Os do segredo) para animar o coelhinho da páscoa. Depois de uma cerveja e outra, o coelhinho acabou se esquecendo que o dia de seu casamento era “O dia depois de amanhã”. Ele acabou ficando de ressaca por uma semana, após beber por cinco dias seguidos, o que resultou em sua noiva dez horas plantadas na frente do altar.

Enfurecida, ela decidiu se casar com o coelhinho do natal, o melhor amigo do coelhinho da páscoa. Então, alguns dias depois, quando o coelhinho da páscoa ainda tentava se recuperar da bebedeira, ele recebeu o convite. Pensou consigo mesmo: “O casamento do meu melhor amigo”… Acho que tenho que ir. Quando foi à igreja e descobriu quem era a noiva, quase caiu duro. Foi nesse momento que ele encontrou “O pai da noiva”, que estava triste pelo fato de sua filha estar se casando com um outro coelho que não era o da páscoa.

Bem, mas isso não importa. O que importa é que o coelhinho da páscoa, traumatizado, decidiu sumir por alguns meses. Quando voltou, era um novo coelho. Tinha se livrado da bebida, da noiva, e de seu melhor amigo. Tudo que restava era o trabalho. Portanto, ele resolveu se dedicar única e exclusivamente ao seu trabalho de entregar ovos de páscoa. Sim, isso que você está pensando é verdade. O plano dos onze homens deu certo. E é assim que acaba este conto. Num dia aleatório, completamente distante da páscoa. Mas mesmo assim, desejo uma feliz páscoa a todos que estiverem lendo este texto!

o/

7 comentários
  1. DeH disse:

    Hum… Hum… Hum… Desde quando você sonha com coelhos?

  2. André disse:

    O Mário viaja!!!
    hehehehehehe

    Gostei Mário!

  3. Fábio disse:

    falaa máriooooooo

    da hora o blog hein kkkk
    eu tenho tma´bme. no wordrepss heuhe

    falowww

  4. o pior foi no fim que nem me contaram “O Segredo”. Acho bom contar logo, porque por essas e outras que “O meu tio matou um cara” depois de treinar muito no “Clube da Luta”

  5. Ricelli disse:

    Eu acabei sendo “A isca perfeita” para uma história de “Uma mente brilhante” como a do Mário…

    Entre “Encontros e Desencontros” do coelhinho da páscoa, pude dar boas risadas e lembrar de outras boas histórias…

    Adorei o texto!!!

    bjusssssssss

    e Feliz Páscoa pra vc tb!

  6. Massao disse:

    Se é uma “História sem Fim”, porque ela termina?

  7. Lígia disse:

    nossa nossa…resolvi voltar num momento loucura..rs..rs..rs..
    tah….foi divertido…e extremamente sem sentido…rs..rs..
    beijokas Mario

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