Sociophobia

Entradas do Outubro 2007

Queda

29 Outubro, 2007 · 7 Comentários

Havia uma cidade na qual não havia inexatidão. As pessoas eram extremamente racionais, e isso causava problemas para o governo, que não conseguia enganar os cidadãos, sendo obrigado a cobrar impostos minímos e a evitar ao máximo toda a corrupção inerente a todas formas de governo conhecidas pela humanidade.

Algo tinha que mudar. E para isso, o governo tomou uma decisão. Criar a primeira faculdade de filosofia da cidade.

Em um primeiro momento, a idéia foi um fracasso. As pessoas não iriam cursar uma faculdade na qual não teriam quaisquer perspectivas de vida. Pensando nisso, o governo decidiu criar uma espécie de compensação financeira vitalícia para aqueles que se tornassem os filósofos da cidade. Isso funcionou.

Assim, apesar da rejeição inicial, a concorrência pelas vagas que o governo oferecia aumentava rapidamente. Aproveitando a onda, milhares de empresários começaram a criar seus próprios cursos de filosofia, e surgiram diversas ramificações. Coisas como a filosofia voltada à computação, a clássica filosofia voltada à negócios, e a não tão conhecida filosofia voltada à alimentação, são alguns dos exemplos de especializações que surgiram nessa área.

Foi nesse ponto que o sistema começou a entrar em colapso. As pessoas estavam abandonando suas obrigações, em suas tentativas de se tornarem filósofos. A cidade chegou a um ponto em que todos os cidadãos se dividiam em três classes: Os donos de faculdades de filosofia, os filósofos em si, e aqueles que tentavam se tornar filósofos. Graças a isso, algum tempo depois, o governo caiu, vitima da própria armadilha financeira que havia plantado.

Mas mesmo assim, as pessoas não haviam abandonado a ideologia criada. Questionar havia se tornado um hábito de todos.

É assim que essa história se encerra. No momento em que a nação caiu, enquanto seus habitantes morriam de fome, criando questionamentos sobre a vida, o universo e tudo o mais, além da relação disso com o número 42.

Triste história. Inspirada em uma conversa perdida durante uma aula aleatória.

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P.S. Como sempre, história de ficção. Não tenho nada contra filósofos.

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Lei Universal

25 Outubro, 2007 · 9 Comentários

Provavelmente ninguém sabe. Mas o mundo é regido por leis profundas e específicas, que fogem totalmente do compreendimento humano. Dou um exemplo neste post.  

Sandro estava de mau humor. Tudo estava dando errado.

Começou quando decidiu fazer uma surpresa para sua namorada. Logo cedo, chegou com um buquê de flores no apartamento dela. Só para descobrir que ela estava dormindo com seu melhor amigo.

A má sorte continuo quando chegou ao seu lugar de trabalho, e descobriu que fora despedido por conduta anti-ética. Seu chefe havia achado em seu computador alguns terabytes de pornografia. Tentou argumentar, mas não teve jeito.

Voltou pra casa arrasado. Apenas pra descobrir que tudo estava pegando fogo, com seu casal de cachorros dentro. Ficou extremamente triste, mas não havia nada que ele podia fazer. Teve que ir pedir abrigo na casa do irmão. Quando chegou lá, acabou descobrindo que ele havia sido preso por tráfico de drogas.

Terminou o dia embaixo de uma ponte, se lamentando por sua sorte. Sua conta no banco havia sido bloqueada inexplicavelmente, e a bateria de seu celular havia acabado.

Mas o que Sandro não sabia, era que tudo tinha um sentido. Alguns meses depois, sua namorada e o melhor amigo de Sandro haviam morrido de uma estranha doença que contaminava as pessoas pelo ato sexual. Nem a camisinha adiantava muito nesses casos. Como Sandro nunca mais viu sua namorada nesse meio tempo, evitou uma possível contaminação.

A empresa na qual Sandro trabalhava foi fechada duas semanas depois que Sandro foi despedido, e os funcionários que estavam na empresa na época foram todos caçados pela máfia, que achava que a empresa era responsável pela divulgação de alguns vídeos pornôs que continham cenas do líder da máfia em situações comprometedoras. Os poucos que sobreviveram foram obrigados a sair do país.

A casa de Sandro era na verdade um portal para um mundo das trevas, que foi fechado para sempre, graças ao incêndio. O casal de cachorros eram na verdade uma dupla de lobisomens assassinos que haviam chegado no nosso planeta por meio do portal que havia sido fechado. Eles planejavam há muito tempo uma dominação mundial, mas foram impedidos pelo fogo.

O irmão de Sandro planejava mandar um carregamento enorme de maconha para sua casa, e depois fugir do país, jogando toda a responsabilidade em Sandro, mas acabou preso quando ia entregar a “muamba” para o irmão.

E sem a bateria do celular, Sandro não podia saber que sua conta havia sido bloqueada porque o gerente desejava saber sobre uma operação envolvendo muitos digitos que havia sido realizada nela. Na verdade, um tio-avô muito distante havia morrido, e deixado todo seu dinheiro para Sandro.

Como vocês perceberam, Sandro não tinha motivos para reclamar. A moral da história é simples: “Quem não tem cão, caça com gato”. Não entendeu? Releia a primeira frase deste post.

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P.S. Está frio. E eu gostaria de deixar claro, para aqueles que não perceberam, que o post de hoje é uma obra de ficção. Qualquer semelhança com a realidade não passa de coincidência.

P.P.S. Para aqueles que não viram ontem: Tem post novo no “Debate Aleatório“. Aproveitem, vai saber quando sai o próximo…

P.P.P.S. A Carine do “Balaio” me convidou para um meme relacionado à tropa de elite. Sim, sou um dos poucos paulistanos que não assistiu à esse filme-contagioso. Se você quer saber os detalhes, visite o blog dela. A lista das cinco pessoas que eu ensacaria (Mesmo sem ter certeza do que o termo significa):

- Lula, Renan Calheiros e uma penca de politicos: Quantos mais, melhor.

- O time do Corinthians: Não me levem a mal. Sou corinthiano. Mas se as coisas não melhorarem, vou ter que mudar de clube.

- Chuck Norris: Não aguento mais aquelas listinhas dele… Chega de idolatrar o cara.

- Pedófilos e similares: Povo chato, fica usando a net pra fazer essas coisas idiotas…

- Alguns de meus professores: Óbviamente não vou citar nomes! Afinal, ainda quero me formar!

Não vou repassar a bola pra ninguém, pois estou com preguiça. Mas se alguém quiser, fique à vontade.

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Palavrões

24 Outubro, 2007 · 9 Comentários

Você sabia? Os palavrões tem, em sua maioria, um profundo significado. Significados estes que remetem a épocas antigas, onde as pessoas ainda não tinham a necessidade de lavar a boca com sabão toda manhã. Tentarei neste post elucidar alguns significados ocultos que seriam perdidos para todo o sempre, não fosse uma súbita intervenção divina, que trouxe a idéia para o tema. Aviso desde já que não me responsabilizo pelo conteúdo contido abaixo, portanto tirem as crianças da sala.

Merda – A palavra que mais se distorceu com o tempo. “Merda” antigamente se referia à “lama” em um antigo dialeto de um vilarejo esquimó. No entanto, os colonizadores adotaram a palavra para se referir aos seus sanitários, que sempre estavam extremamente sujos. Com o passar do tempo, a palavra acabou sendo adotada para se referir ao número 2 mesmo.

Cu – Derivado de uma antiga palavra maia, “kuparumundunka”. Por questões de praticidades, a palavra foi sendo abreviada com o tempo. Tornou-se “kuparumundun”. Depois começaram a usar “Kuparu”. E mais tarde, tornou-se “Cu” mesmo, graças a um erro de grafia. Neste caso em específico, a definição do termo é realmente aquilo que parece: Buraco da merda.

Caralho – Termo cunhado quando o marido traído chegou em casa e descobriu que a sua mulher estava o traindo com o vendedor de alhos. Extremamente raivoso, ele pendurou o infeliz na janela de sua casa, sem roupas, com uma placa pendurada em seu pescoço: “Maldito Cara-alho”. O povo que viu a cena pensou que a placa se referisse ao equipamento do sujeito, e o termo se difundiu pelo resto do país.

Buceta – Ao contrário do que o nome sugere, a palavra não se refere a alguém tentando assustar a pobre da Ceta. A palavra é mais antiga, e em um idioma morto, significava “Aranha assassina”. Ninguém sabe exatamente como a palavra chegou ao seu uso atual, referindo-se, até onde eu sei, ao órgão reprodutor feminino.

Puta – Originou-se da sigla de uma organização, conhecida como “P.U.T.A.”. O significado desta sigla é confuso, e impróprio para o horário, portanto não o explicarei aqui. 

Mais uma vez, gostaria de lembrar que a maioria das coisas que escrevo neste blog são pura ficção. Coincidências e tudo mais são apenas coincidências mesmo. E não liguem se o que foi escrito parecer estar totalmente fora da realidade. 

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P.S. O blog “Debate Aleatório” finalmente foi atualizado. Visitem se tiverem curiosidade.

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Correntes

23 Outubro, 2007 · 14 Comentários

Ninguém sabe dizer com certeza como surgiram as correntes. As histórias mais populares datam de até cinquenta anos no passado. Os mais bem informados, sabem que as correntes foram originalmente usadas por fantasmas cafonas, com o objetivo de assustar as pessoas. Eles perceberam que essa abordagem não era eficiente, e deixaram de adota-la, pois as correntes faziam muito barulho, o que espantava vitimas em potencial. Hoje em dias eles preferem outros métodos diferentes, em sua maioria retirados de filmes de terror japoneses e suas adaptações.

Mas não estou quero tratar da história dos fantasmas neste post. Quero discutir a herança que eles deixaram para a humanidade. Depois que os fantasmas abandonaram o uso das correntes, elas passaram a ser usadas de diversas maneiras pelos seres humanos.

É aí que a história se torna nebulosa. Em algum ponto desconhecido, um mané decidiu usar o conceito de interligação contido nas correntes, e criar as famosas, e odiadas por muitos, correntes de e-mail.

Creio que vocês saibam o que estou falando. Qualquer ser humanos que tenha usado uma conta de e-mail por mais de dois anos já deve ter recebido algo do tipo: “Repasse esta mensagem para um certo número de pessoas, senão algo realmente ruim vai acontecer com você.”

Se todos vocês já conhecem essa história, porque eu estou a repetindo? É simples. Tenho uma péssima noticia para todos. Correntes de e-mail são maldições malignas. Matam um número incontavel de pessoas todos os dias. Mas todos continuam brincando com elas, sem saber que os fantasmas do passado encontram nelas um grande estoque de vitimas, no geral pessoas bem esclarecidas, que acham que correntes são pura besteiras. Pobres coitados.

O aviso foi dado. Para terminar o texto, gostaria de lembrar a todos: Se você não fizer um traceback deste post em seu blog, um grupo de 20 bodes enfurecidos irá ataca-lo na porta de sua casa. Armados com correntes reais!

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P.S. Emily, do “Sem querer saiu” me convidou para o Meme literário: Tenho que abrir o livro mais próximo de mim na página 161, e transcrever aqui a 5ª frase.

O livro em questão é: WebServices em java. A frase é: “urn:com.deitel.jws1.services.BookTitleService”.

Sim, eu sei. Bem chato, e provavelmente vocês não fazem idéia do significado da frase. Infelizmente eu também não. Mas regras são regras. Convoco Hattori, o povo do Balaio e o Phil para darem continuidade ao meme, que se pensarmos bem, não deixa de ser uma corrente.

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Estações do Ano

22 Outubro, 2007 · 5 Comentários

Verão: O tempo pode estar frio, ou quente. Chuvas podem acontecer ou não. Algumas vezes, o ar estará seco, e algumas vezes o ar estará frio. Podem haver flores, e frutas. Não se pode dizer mais se essas flores e frutas estão fora de época. Neve pode ocorrer. Mas também pode não ocorrer.

Outono: O tempo pode estar frio, ou quente. Chuvas podem acontecer ou não. Algumas vezes, o ar estará seco, e algumas vezes o ar estará frio. Podem haver flores, e frutas. Não se pode dizer mais se essas flores e frutas estão fora de época. Neve pode ocorrer. Mas também pode não ocorrer.

Inverno: O tempo pode estar frio, ou quente. Chuvas podem acontecer ou não. Algumas vezes, o ar estará seco, e algumas vezes o ar estará frio. Podem haver flores, e frutas. Não se pode dizer mais se essas flores e frutas estão fora de época. Neve pode ocorrer. Mas também pode não ocorrer.

Primavera: O tempo pode estar frio, ou quente. Chuvas podem acontecer ou não. Algumas vezes, o ar estará seco, e algumas vezes o ar estará frio. Podem haver flores, e frutas. Não se pode dizer mais se essas flores e frutas estão fora de época. Neve pode ocorrer. Mas também pode não ocorrer.

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P.S. Picaretagem? Não, falta de tempo. Amanhã eu volto.

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Horário de Verão

17 Outubro, 2007 · 11 Comentários

As pessoas amaldiçoam, xingam e fazem outras coisas que prefiro nem comentar, por que o horário não permite. Mas não tem jeito. O horário de verão está ai. Atrapalhando nosso sono, mudando nossos hábitos e fazendo com que ainda esteja escuro quando eu estou saindo de casa (Não que alguém se importe com o ultimo item citado).

Mas você já tentou imaginar a razão para que o horário tenha que ser adiantado/atrasado (Por incrível que pareça, nunca sei quando estou adiantando ou atrasando meu relógio) em uma hora? O governo diz algo sobre econômia de energia elétrica e coisas parecidas, mas sinceramente, quem acredita no que o governo diz? Por outro lado, também não faço a minima idéia do motivo do horário que chamamos “de verão”. Mas formulei algumas hipóteses. Se alguém perguntar se você sabe o porque, tente responder usando uma delas. Só não me responsabilizo por nada.

1-) O Senador Adiantado – Era uma vez, em uma pequena capital de um pequeno país, um senador que tinha um hábito curioso. Ele tinha o péssimo costume de chegar com uma hora de antecedência em todos seus compromissos. Esta atitude, aparentemente muito cortês, causava grandes problemas, pois o senador acabava negligênciando seus trabalhos, pois perdia uma hora de seu dia para cada compromisso que marcava (Algumas pessoas dizem que isso é pura besteira, o senador não poderia negligênciar seus trabalhos, pois senadores não trabalham. Mas essas pessoas não foram encontradas para dar depoimentos). Um grupo de pessoas dessa cidade decidiu então mudar o horário de todos os relógios da cidade em uma hora, com exceção do relógio do senador. Desta maneira, o senador sempre chegava em seus compromisso no horário. E todos viveram com sono para sempre…

2-) Desafiando Deus – Um grupo de politicos estava de saco cheio de religião e coisas similares. E decidiram protestar contra Deus. Para isso, decidiram aprovar uma lei na qual o horário de todos os relógios era mudado em uma hora. Assim, pelo período de alguns meses, eles obrigavam uma multidão de pessoas a não seguirem os horários determinados pelo todo-poderoso…

3-) Sexo - É um fato: Homens tem mais líbido de manhã, enquanto as mulheres tem uma libido maior à noite (Na verdade, não é um fato, mas me faltavam idéias para complementar este texto). Assim, um grupo de deputados (do sexo masculino) aprovou o horário de verão, de modo a diminuir o período da noite, e aumentar as manhãs. Que mundo machista este em que vivemos, não?

4-) Falta do que fazer – Sou propenso a pensar que esta é a opção mais adequada para explicar o horário de verão. Um grupo de políticos (Sempre eles!), entediados em seus escritórios, decidiram aprovar esse horário apenas para fazer o povo sofrer. Para não sofrerem retalhação contra esse ato que poderia ser interpretada como uma atitude completamente aleatória, encomendaram meia dúzia de pesquisas que diziam que mudar o horário em uma hora poderia ajudar a economizar energia. Como se alguém pudesse cair nesse conto do vigário…

Deixando as brincadeiras de lados, gostaria de ressaltar que não gosto do horário de verão.

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P.S. Espero que as pessoas não se importem, mas deixo a história que prometi no post anterior para outro dia. A imaginação acaba de fugir.

P.P.S. Sobre o blog “Debate Aleatório”, não esperem frequência nenhuma. Mas eu aviso quando tivermos novos posts por lá.

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Laboratório do Dr. Orima

5 Outubro, 2007 · 16 Comentários

Olá a todos. Sei que todos vocês esperam pelo texto idiota que sempre encontram aqui, mas desta vez perderam a viagem. Decidi invadir este blog para meus usos próprios.

Bem vindo a aula sobre como ser um cientista maluco. Não, você não leu errado. Eu, Dr. Orima, um inimigo do dono deste blog, decidi ensinar a todos meus colegas de profissão (e aos leigos que lêem esta porcaria de blog) os segredos deste duro oficio.

Vamos começar a primeira aula falando sobre como dominar o mundo. Sim, novamente você não leu errado. Falarei sobre o assunto porque todo cientista maluco que se preze, tem que querer dominar o mundo. É uma regra. E em regras de cientistas malucos, não deve haver excessão.

O caminho não é fácil, e apresenta muitos espinhos. Mas com perseverância, não há como falhar!

1-) Inicialmente, ganhe o controle sobre o exército. Para isso, você precisa de dinheiro, cerveja, muita paciência e algumas barras de chocolate. Não, não vou te explicar para que você precisa de barras de chocolate. Descubra por si próprio. Mas não se esqueça delas!

2-) Torne-se presidente de um país. Serve qualquer porcaria, até mesmo o Brasil, que não exige escolaridade minima para presidente. Este item pode ser cumprido com certa facilidade. Basta um pouco de carisma, bons contatos, dinheiro sobrando (para o suborno), e algumas vezes, ter um dedo faltando pode ajudar. Mas só as vezes!

3-) Ganhe dinheiro, muito dinheiro! O suficiente para que os dois itens acima sejam cumpridos. Uma boa maneira de se conseguir isso é ganhando na loteria acumulada. As chances são altas, não desista! Depois de cumprir os dois itens acima, este item se torna irrelevante, afinal, sempre podemos desviar o dinheiro dos impostos.

4-) Este passo é o mais importante, e essencial para que você obtenha sucesso! Primeiramente, você deve… Ei! Espere um pouco! O que você quer aqui? O que você vai fazer com esse taco de baseball??? Argh!!! Nããããããão!

Ahn… Boa tarde a todos. M.K. novamente no comando. Peço desculpas pela interrupção. O Dr. Orima já está devidamente trancado no compartimento do cérebro que é reservado a ele, e não deve mais incomodar. Segunda-Feira voltamos a nossa programação normal.

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Péssima Idéia

1 Outubro, 2007 · 13 Comentários

Aqueles que tiveram a oportunidade de ler a trilogia de cinco livros “O guia do mochileiro das galáxias”, escrita pelo genial Douglas Adams, já sabem. A questão fundamental da vida, do universo e tudo o mais nunca foi encontrada. Meu intuito com este post não é tentar cumprir essa façanha. Muito pelo contrário. Só queria fazer uma propaganda desse ótimo livro.

Terminados os comerciais, vamos ao que interessa: Gostaria de dizer que sou contra transformar cachorros em abajures.

Não entendeu? Deixe-me explicar. Provavelmente, quando você acabar sua leitura, irá compartilhar minha opinião. Ou no pior caso, irá tentar me matar. Prefiro a primeira opção. Questão de gosto pessoal, sabem?

Vocês já devem saber. Desde muito tempo atrás, os cachorros se machucam. Isso é um fato. Assim como os gatos se machucam, as raposas se machucam, e os ornitorrincos se machucam. Isso, no geral, é um problema para os donos desses cachorros. Indignadas, elas procuram um outro uso para o animal ferido. Após tratar parcialmente os ferimentos dos cães, eles colocam uma tampa de abajur em suas cabeças.

Não vou tratar aqui da crueldade contra os animais, que deveria ser o foco principal do texto, mas sim, dizer que acho a idéia um tanto quanto idiota. Todas as pessoas sabem que os cachorros não possuem luminosidade natural. Neste ponto, seria mais esperto juntar vários vagalumes em uma garrafa. Seria mais eficiente.

Mas acho que este post não tem muita importância. No fim, as pessoas percebem seus erros. Isso geralmente acontece quando os machucados dos cachorros cicatrizam. Elas tiram as tampas de abajures das cabeças de seus cães, e a vida segue como antes.

Este não é um mundo estranho?

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