Sociophobia

Rain

7 fevereiro, 2010 · 2 Comentários

Sorry. Esta chuva causa bloqueio criativo. Todo dia. Lá pelo final da tarde. Cai uma maldita chuva. É uma tentativa divina de destruir a cidade? Sinal dos tempos? Não sei. Mas eu odeio isso. E odeio saber que reclamar é a unica coisa que eu posso fazer.

(Como não há previsão pra parar esta chuva maldita dos infernos, esta é uma ótima desculpa para continuar com o hiato de posts em meu blog).

M.K.

→ 2 ComentáriosCategorias: Geral
Etiquetado: , ,

Links da Semana

24 janeiro, 2010 · 4 Comentários

Trocadalho do carilho.

Bom, pra não dizerem que sou um idiota total e preguiçoso, alguns dados sobre nosso herói.

Nome: Link. No entanto, pode ser chamado de Manuel, Zé, John Smith. Tudo depende da perversidade e imaginação do jogador que estiver controlando o infeliz.

Profissão: Salvador de princesas em apuros. Não confundir com encanador, que também faz a mesma coisa, mas é baixinho e bigodudo. Ocasionalmente também já foi velejador, e mais recentemente pegou uns bicos de maquinista.

Habilidades: Carregar muitos equipamentos (Não pergunte aonde). Não dizer uma unica palavra, e mesmo assim fazer com que todos entendam o que ele quer.

Defeitos: Entra na casa dos outros sem bater, quebra potes, abre baús, pega itens e dinheiro e depois vai embora como se fosse a coisa mais normal do mundo.

Frase de efeito: “…”

M.K.

→ 4 ComentáriosCategorias: Internet
Etiquetado: , ,

Timeout

10 janeiro, 2010 · 2 Comentários

Depois de uns quarenta posts seguidos, vou dar uma pausa rápida. Não sei quando volto, nem se continuarei a postar com a frequencia de um post por dia. Mas vou dar uma rápida descansada, pra tentar renovar as idéias.

Não me procurem.

M.K.

→ 2 ComentáriosCategorias: Geral
Etiquetado: , ,

Review – Wall-e

9 janeiro, 2010 · Deixe um comentário

Wall-e é um longa metragem criado no ano de XXXX pelo estúdio Pixar, que deveria dispensar apresentações, pois já possui em seu currículo animações belissimas, como Procurando Nemo, Os incríveis, e o mais recente UP (Que eu vi antes de assistir Wall-e, que vergonha).

Wall-e, protagonista que dá nome ao filme, é um robô antigo que foi construído para reciclar o lixo da humanidade. Aparentemente é o ultimo que restou em nosso planeta. Ele passa seus dias cumprindo sua missão, aparentemente há muito tempo. Até que um dia conhece Eva. Uma robô de temperamento forte que chegou em nosso planeta em busca de encontrar sinais de alguma forma de vida.

Wall-e acaba se apaixonando por Eva, e juntos acabam partindo em uma aventura no espaço, mais exatamente na nave onde vemos o que exatamente aconteceu com a humanidade. Enquanto Wall-e tenta conquistar o coração de Eva, esta precisa apresentar os resultados de sua busca na Terra. E ambos encontram bastante dificuldades para cumprir seus objetivos.

Vamos ser sinceros, há uma clara crítica ao ser humano neste filme. Ao lixo que estamos despejando em nosso planeta, e também ao modo de vida sedentário que cada vez mais se apóia na tecnologia. Mas essa crítica não chega a incomodar, nem ser forçada. É apenas um mero coadjuvante. O principal argumento do filme é ser uma história de amor entre dois robôs. E isso é feito de maneira impecável.

Wall-e é um presente que recebemos da Pixar. São pouco mais de uma hora e meia de animação fantástica. Contando também com a proeza de quase não conter diálogos no filme. Os protagonistas não são seres humanos. São robôs, que conseguem transmitir todas suas emoções ao espectador.

Por fim, um pequeno mérito da Pixar nesse filme foi conseguir animar uma barata que pareceu até simpática. Isso não tem preço.

M.K.

→ Deixe um ComentárioCategorias: Reviews
Etiquetado: , ,

Review – Dexter (Primeira Temporada)

8 janeiro, 2010 · Deixe um comentário

Dexter é uma série exibida originalmente no canal de TV a cabo americano Showtime e sua primeira temporada foi exibida originalmente no ano de 2006. Por favor não confundir com o desenho animado com um protagonista de mesmo nome. No Brasil a série foi exibida originalmente no canal Fox (Acredito que depois foi migrada para o FX).

Esta série segue o cotidiano de Dexter, um perito em sangue que trabalha no departamente de polícia de Miami. Dexter é esperto, eficiente e parece sempre estar no controle do que está fazendo. Mas esconde um pequeno segredo. Nada relevante, mas que vale ser mencionado.

Dexter é um psicopata. Um assassino serial, como ele mesmo passa a definir mais tarde na série. No entando, sua psicopatia segue um ramo bem específico: Dexter mata outros seriais killers que escaparam das mãos da justiça. Tudo isso graças a criação de seu pai, Harry Morgan, que percebeu que havia algo de errado com o filho e decidiu direcionar esse comportamento.

Parece um protagonista meio inconvencional, certo. Mas não dá pra deixar de sentir simpatia pelo personagem. Seu código de conduta, suas falas afiadas e seu sarcasmo oculto acabam conquistando o espectador.

Na primeira temporada, somos apresentados aos personagens. Há a “familia” de Dexter, composta de sua namorada, uma mulher traumatizada e seus dois filhos. Há também o elenco policial, que basicamente engloba os colegas de trabalho de Dexter, que consideram-o um perito muito talentoso (Com uma única excessão).

A estrutura do seriado segue basicamente três linhas narrativas: Dexter fingindo ser uma pessoa normal, junto de sua namorada e filhos. Dexter caçando assassinos que escaparam da justiça e fazendo com que eles paguem por seus crimes. E Dexter investigando, junto de seus companheiros policiais, diversos casos criminais que ocorrem em Miami.

E um dos casos que surgem (E permeia o plot da primeira temporada) é o do assassino do caminhão de gelo. Um assassino que mata prostitutas e depois corta seus corpos em pedaços, totalmente sem sangue. Um assassino que fascina Dexter: Ele é metódico e inteligente. Seus métodos de assassinato são bizarros e suficientes para desorientar todo o departamento de policia de Miami. E mesmo sem conhece-lo Dexter acaba encontrando nele um semelhante, quase um amigo. E aparentemente o assassino do caminhão de gelo também nutre bastante interesse pelo nosso protagonista…

São doze episódios no total. Uma série curta, sem enrolação. Depois de assistir alguns episódios, é muito dificil parar até ver o final. Assista por conta e risco, e pergue-se torcendo pelo serial killer mais divertido que já vimos na TV.

M.K.

→ Deixe um ComentárioCategorias: Reviews
Etiquetado: , ,

Baluardo e o Dragão

7 janeiro, 2010 · 1 Comentário

Baluardo era um garoto feliz. Claro que haviam um ou outro problema em sua vida, como o fato de que sua vila era aterrorizada diariamente por um dragão que tinha como passatempo a escrotização da rotina de seres humanos alheios. Ah, e Baluardo não conhecia seus pais, e era maltratado diariamente por todos na vila, sem razão aparente. Trabalhava engraxando sapatos, dormindo nas ruas e vivendo com migalhas.

Mas Baluardo era um garoto feliz. Pelo menos era o que ele dizia.

Esta história aconteceu em um belo dia de chuva. Os moradores da vila estavam de saco cheio de tanta encheção de saco por parte do dragão. Começaram a armar planos. Devia haver alguma maneira de fazer com que aquilo acabasse. Baluardo se manifestou. Tinha uma idéia, sabia como acabar com tudo aquilo.

Os moradores disseram que era loucura. Que ele parasse com besteira e ajudasse a pensar em uma maneira inteligente de fazer aquilo. Mas Baluardo tinha firmeza em suas convicções. Ele sabia que poderia acabar com tudo aquilo e sair ileso.

E mesmo que algo acontecesse, não havia nada a ser perdido, não é mesmo? E com esse pensamento em mente, Baluardo se dirigiu a caverna que era usada como covil pela lagartixa gigante.

Baluardo adentrou a caverna e viu o dragão. Por um momento, Baluardo deixou o medo dominar sua mente. Esqueceu seus planos anteriores, e acabou contando sua história triste para o dragão. Desabafou todas suas mágoas, seus sonhos, suas ambições. O dragão ouviu interessado. Depois que o garoto terminou, o dragão pensou por alguns segundos… E devorou Baluardo. E continuou escrotizando a vila depois disso, vivendo feliz para sempre.

Triste? Não fique. Baluardo é apenas isso. O personagem de uma história. E nem todas histórias possuem finais felizes. Apenas algumas.

M.K.

→ 1 ComentárioCategorias: Contos
Etiquetado: , ,

Review – Machinarium

6 janeiro, 2010 · Deixe um comentário

Machinarium é um jogo independente do gênero Adventure, criado pelo estúdio Amanita, no ano de 2009 (Já muito distante), e acredito que foi inteiramente construido em flash.

Logo de cara, dá pra ver todo o capricho que foi dedicado ao jogo. Cada cenário é extremamente lindo e bem desenhado. O nível de detalhes também surpreende, passando muito bem todo o clima de uma cidade de inteiramente populada por robôs. A trilha sonora não acrescenta nada em especial, mas mesmo assim se encaixa bem no contexto geral da obra.

A história não é exatamente de grande complexidade. Você começa no controle de um simpático robô que por algum motivo acaba parando no ferro velho da cidade. Como jogador, você fica um pouco perdido, mas com o decorrer do jogo você vai descobrindo que precisa frustrar os planos de uma gangue de arruaceiros que planeja causar uma explosão em um prédio, além de salvar a namoradinha do robô. Certo, não é nenhum shakespeare em nivel de complexidade. Mas se a história não impressiona, o modo como ela é contada merece destaque: Não existem diálogos. Vamos descobrindo o que aconteceu simplesmente através de recursos visuais, como balões com animações que mostram fatos passados.

A jogabilidade de Machinarium é a mesma dos clássicos jogos Point and Clicks. O jogador pode clicar em objetos que estejam ao alcance do robo para interagir com eles. Há um inventario de itens que aumenta as possibilidades de interação. E há um recurso interessante: É possível esticar ou reduzir o tamanho do protagonista, dentro de um certo limite, mudando o alcance do robo, e dando margem para alguns puzzles diferentes.

E falando nos puzzles, alguns deles podem ser bem complicados. Não existe nada que seja absurdamente impossível, mas cada puzzle exige uma certa quantidade de raciocinio e até poder de observação, para encontrar objetos essenciais que estejam escondidos nos cenários e que possam ser necessários para resolver certos problemas.

Mas mesmo que o jogador fique completamente perdido, o jogo oferece dois recursos pra facilitar: O primeiro, representado pelo ícone de uma lâmpada, dá uma idéia geral do que deve ser feito naquela tela. O segundo recurso é uma espécie de minigame curto de nave, que ao ser completado dá a resolução completa e detalhada da sequencia de passos necessárias para resolver o problema atual. Se utilizados, os dois recursos fazem com que seja bem dificil que alguém fique travado em alguma parte do jogo (Apesar de que o segundo faz com que perca toda a graça, já que elimina o fator desafio).

Sim, Machinarium é um jogo relativamente curto. Acredito (Não contei precisamente, então não posso dizer com certeza) que não sejam necessárias mais do que 6 horas para finalizar tudo o que o jogo tem a oferecer, incluindo eventuais minigames. Mas não se engane, mesmo assim ele continua sendo uma ótima experiencia visual de entretenimento e diversão. Jogos como Machinarium podem ser considerados além de games, uma forma de arte. Resultando, no saldo geral, em uma verdadeira obra prima.

M.K.

P.S. Devo agradecer a @debee, que me apresentou este belo jogo.

→ Deixe um ComentárioCategorias: Reviews
Etiquetado: , ,

Sobre Transformers…

5 janeiro, 2010 · 2 Comentários

Vem cá. A gente tem um filme que se chama transformers. Que por cima, podemos traduzir como transformistas.

E é sobre uns bichos que na hora da ação, viram uma coisa totalmente diferente do que são normalmente, no cotidiano.

Agora, pare pra pensar: Uma das frases de efeito de transformers é simplesmente: “Há mais do que os olhos podem ver”.

Po, você está de sacanagem comigo? O filme é uma metafora?

M.K.

→ 2 ComentáriosCategorias: Viagens

Review – Uma Mente Brilhante

4 janeiro, 2010 · Deixe um comentário

Uma Mente Brilhante (A Beautiful Mind) é um filme dirigido por Ron Howard, e foi lançado no ano de 2001.

O filme é uma espécie de biografia do famoso matemático John Nash (Não conhece John Nash? Ei, até mesmo eu que sou um simples programador sei quem é o cidadão). Não sei até que ponto a história se baseia em fatos reais ou em simples romantização dos fatos, mas creio que muito do que é mostrado corresponda à realidade. Enfim.

John Nash é interpretado brilhantemente por Russel Crowe. Um jovem matemático genial, mas com certas dificuldades sociais. Apesar dessas pequenas dificuldades, ele dá a volta por cima e consegue fazer uma de suas descobertas mais famosas (O chamado “Equilibrio de Nash”). O tempo passa, e ele passa a trabalhar no famoso MIT, onde acaba conhecendo sua esposa. Graças a suas habilidades, acaba sendo recrutado para trabalhar para o serviço secreto, envolvendo-se em uma espécie de conspiração.

No entanto, as coisas começam a ficar estranhas. Algo parece estar errado. A esposa de John começa a desconfiar de que nem tudo é o que parece.

Uma Mente Brilhante conta uma história fascinante, e de certa forma emocionante. A trajetória de John Nash é repleta de dificuldades e sofrimento. No entanto, a história de John Nash também é uma história de superação. Uma história que mostra como, contra todas as possibilidades, ele conseguiu dar a volta por cima.

Geralmente, quando um filme recebe o oscar, já assumo automaticamente que existe muita chance de que eu não goste do filme. Simplesmente porque se a academia fosse uma pessoa, ela seria uma com gostos totalmente diferentes do meu. No entanto, neste caso devo dizer que a academia acertou. Uma Mente Brilhante é um ótimo filme, e merece ser visto.

M.K.

P.S. Não leve meu ultimo parágrafo tão a sério. Existem muitos filmes que ganharam o oscar que eu gosto. Mas não são todos, claro. Vide Titanic.

→ Deixe um ComentárioCategorias: Reviews

Passado, Presente e Futuro

3 janeiro, 2010 · 1 Comentário

Eu tenho um hobbie estranho (Na verdade, tenho vários hobbies que as pessoas normais considerariam estranhos, mas este em especial é mais estranho. Ou talvez não).

Quando eu estou perdido e sem rumo na vida, gosto de olhar para minhas fotos de infância. Você pode achar que esse não é um hobbie estranho. Mas o que é estranho é minha motivação pra manter esse hobbie.

Quando eu olho essas fotos, eu me lembro de tempos felizes, despreocupados. E eu olho para o presente. E vejo que mesmo sem nenhuma preocupação, o eu do passado conseguiu chegar ao eu do presente sem muitos problemas (Houveram uma ou duas pedras no meio do caminho, mas no geral foi uma transição sossegada). Então, porque eu deveria saber exatamente como será o eu do futuro?

Acho que simplesmente não preciso me preocupar. O que tiver que vir, virá.

M.K.

→ 1 ComentárioCategorias: Viagens